

Diretores-executivos da Previ, o fundo de pensão do Banco do Brasil, ganham hoje remuneração anual superior a R$ 1 milhão sem precisar comprovar experiência ou qualificação para atuar em conselhos de empresas onde o fundo de pensão do Banco do Brasil investe.
Neste ano, a Previ mudou as regras e, pela primeira vez, “dispensou” os seis diretores de atestar “formação, experiência e demais competências necessárias” para compor os conselhos fiscal e de administração de empresas como Vale, Gerdau e Neoenergia, que recebem investimentos do fundo previdenciário.
Com 200 mil associados e R$ 272 bilhões em ativos, a Previ tem participação em 91 conselhos fiscais e de administração de empr… – Veja mais em https://noticias.uol.com.br/colunas/andreza-matais/2024/05/05/previ-dispensa-diretores-de-atestar-experiencia-para-vagas-milionarias.htm?cmpid=copiaecola
Sem currículo para atuar em conselhos
A mudança ocorre após questionamentos de que diretores não têm currículo nem mesmo para atuar na própria Previ.
Por duas vezes, a Justiça mandou afastar do posto o presidente do fundo, João Luiz Fukunaga, por falta de qualificação.
A diretora de planejamento, Paula Regina Goto, também enfrentou questionamentos sobre suas competências para o cargo. Ela chegou a ser impedida de tomar posse pela Superintendência da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil.
O UOL cruzou inúmeras informações que demonstram que nenhum dos seis diretores tem experiência nos segmentos das empresas para as quais foram indicados pela Previ como conselh… – Veja mais em https://noticias.uol.com.br/colunas/andreza-matais/2024/05/05/previ-dispensa-diretores-de-atestar-experiencia-para-vagas-milionarias.htm?cmpid=copiaecola